.
Por vezes damos a volta ao mundo em busca de uma qualquer solução. Caminhamos. Corremos. Desesperamos. Quase desistimos. Respiramos fundo. Determinados continuamos. Procuramos novos percursos. Trocamos de sapatos. Equacionamos substitutos equivalentes. Tropeçamos numas quantas pedras… quase perdemos o equilíbrio. Ficamos cansados. Desesperamos novamente. Quase baixamos os braços…
E num qualquer dia no mês de Maio, depois de uma noite menos bem dormida, por entre gotas de chuva que teimosamente nos humedecem o rosto [sequioso de uns finalmente audazes raios de sol] percebemos que a solução estava mesmo ali. Sempre esteve. Perto. Mas tão próxima. A aguardar perseverantemente que a notássemos… perfeita. Irrepreensível...
… que se lixe a chuva!
.